Uma fábrica com 30 anos e capilaridade em dezenas de multimarcas, cujo negócio é vender pra quem revende. Só que o site foi montado como uma loja de consumidor final — carrinho, frete e pixel de varejo — e trata o B2B, o negócio real, como um apêndice. Este raio-x mostra onde o site fala com o público errado e o que ele precisaria pra virar uma máquina de captação de canal.
A leitura em linguagem de dono: o que o site faz hoje e os pontos onde ele manda sinais trocados entre atacado e varejo. O caso mais claro: um produto com preço de varejo cadastrado (R$249,80) que o site esconde, e o botão fala como atacado ("Preço sob Consulta"). Sem chamar de "quebrado" — mostrando onde a intenção de vocês não está clara na tela.
Ver a leitura →Quanto do orgânico a Rafitthy deixa na mesa — no Google (SEO) e nas respostas de IA como ChatGPT e Perplexity (GEO). A base técnica já vem pronta da Nuvemshop; o que falta é a marca controlar o que aparece — hoje, quem pergunta a uma IA sobre a Rafitthy recebe a narrativa do Reclame Aqui. Orgânico forte é o que segura o custo do tráfego pago.
Ver a análise →A decisão macro está tomada: o negócio é B2B — vender pra quem revende. Restam três frentes pra crescer, e qual priorizar é o que o diagnóstico define com vocês. A leitura de mercado aponta a primeira como a mais provável:
mais pontos de venda revendendo a marca pelo Brasil
expandir a força de vendas regional (hoje 37)
Zattini, Netshoes e key accounts
Não é assinar nada. É um diagnóstico de canal — entender de onde vem o faturamento hoje (loja própria, atacado, marketplace) e pra onde vocês querem crescer. A rota escolhida decide o escopo e o investimento. A Obralivre traz o mapa; a decisão é de vocês.
Ver como funciona →Uma conversa curta pra definir qual frente B2B priorizar — e fazer o site captar canal, em vez de falar com quem não compra de vocês.
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